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Notícias

Junho 08 2021

Atente-se para o vencimento das suas faturas

 

A data de vencimento da sua fatura significa o último dia que você tem para pagar, então atente-se a esta data.

Saiba que, a partir da emissão da Nota Fiscal, o prazo de pagamento já começa a contar.

Então, para não ficar refém da logística de entrega das faturas junto às mercadorias, verifique no DDA da sua conta bancária os seus títulos.
Se a fatura vencer, você fica sujeito aos encargos. Procure evitar essa situação liquidando seus títulos através do DDA.

A DANFE e XML são enviados automaticamente após a emissão da Nota e os boletos em até 3 dias úteis, todos para o e-mail cadastrado.
Por favor, verificar a sua caixa de entrada.

Em caso de dúvidas, procure nosso time financeiro clicando aqui ou envie um e-mail para cobranca@companytec.com.br ou financeiro@companytec.com.br
DDA é a sigla para Débito Direto Autorizado. É uma modalidade de cobrança em que o credor envia boletos para o cliente diretamente na conta bancária.

Habilite esta ferramenta junto ao seu banco, pois você terá um um controle maior sobre os pagamentos que precisa quitar, já que eles ficam centralizados na conta bancária.
cobranca@companytec.com.br

Sandra Rockembach
(53) 3284-8100 Ramal: 212
financeiro2@companytec.com.br

Dezembro 16 2020

ATENÇÃO! Boletos Falsos

 

Informações Seguras

Os e-mails que você deve considerar seguros para o recebimento da nota fiscal, boletos e XML emitidos pela Companytec são:

sap@companytec.com.br e XML, cobrança@companytec.com.br, financeiro2@companytec.com.br, financeiro@companytec.com.br,
expedicao@companytec.com.br, assistenciatecnica@companytec.com.br e assistenciatecnica2@companytec.com.br.

Relembramos que o domínio de e-mails utilizado é somente o: @companytec.com.br - qualquer e-mail fora dos padrões mencionados deverão ser DESCONSIDERADOS por suspeita de fraude, levando em consideração que não foram emitidos pela Companytec.

Qualquer tipo de contato através de telefone ou e-mails fora dos padrões utilizados pela Companyetc devem ser desconsiderados e informados à empresa para que as devidas providências sejam tomadas.

Em caso de dúvidas, solicitamos que entrem em contato imediato através dos telefones descritos abaixo:

Fernanda Conrad
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Sandra Rockembach
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Agosto 30 2020

Mudança na Central Telefônica

Mudança na Central Telefônica

A Central Telefônica da Companytec mudou para agilizar o seu contato. Agora, você liga apenas para (53) 3284-8100 e escolhe com quem quer falar através do menu de opções.Caso você saiba o ramal desejado, basta digitar e você falará diretamente com quem deseja.Qualquer dúvida a respeito de números, ligar para a telefonista no: (48) 3664-0000 ou 3664-0600. Confira aqui a listagem dos ramais (link do site do menu https://www.companytec.com.br/empresa/equipe)

Contamos com sua compreensão.

Companytec

Fevereiro 04 2020

Brasil tem maior número de bombas de combustível lacradas desde 2009

Brasil tem maior número de bombas de combustível lacradas desde 2009

A quantidade de bombas de combustíveis lacradas nos postos brasileiros saltou para 1.153 no ano passado. O número de interdições, 79% superior ao contabilizado em 2018, é o maior registrado desde 2009, quando o saldo de equipamentos lacrados foi 1.278. As informações foram obtidas junto à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) via Lei de Acesso à Informação.

No período, o número de fiscalizações foi apenas 4,5% superior ao registrado em 2018. Diante dos dados, a ANP avalia que o aumento significativo no número de interdições de bombas de combustíveis ocorreu, principalmente, pelo novo Regulamento Técnico Metrológico, que passou a valer no dia 1º de janeiro do ano passado. “A portaria reduziu o limite de tolerância máxima no caso de erro contra o consumidor para 60 mililitros, na realização do teste no aferidor de 20 litros. Quando a favor do consumidor, o limite de tolerância se manteve em 100 mililitros. É importante ressaltar que devido à complexidade dos equipamentos medidores pequenas variações podem ocorrer, caso haja descuido na manutenção”, explica o órgão regulador.

Entre as interdições do ano passado, quatro de cada 10 (40,42%) foram motivadas pela “afeição irregular” das bombas medidoras, cuja fiscalização é de responsabilidade do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e dos Ipems (Institutos de Pesos e Medidas). A falta de segurança nas instalações (21,16%), a ausência de autorização para exercer atividade (17,09%) e gasolinas fora das especificações (6,94%) aparecem na sequência na lista de principais razões para as interdições. “Os fiscais da Superintendência de Fiscalização do Abastecimento testam, por meio de balde aferidor, se o equipamento medidor de combustível líquido está fornecendo o volume registrado”, destaca a ANP.

Casos seja constatada alguma irregularidade na fiscalização, os postos de combustíveis podem ser punidos com multa, apreensão de bens e produtos, cancelamento do registro do produto, suspensão de fornecimento de produtos, suspensão de funcionamento, cancelamento de registro e revogação de autorização para o exercício de atividade.

Estados

Na análise por Unidade da Federação, São Paulo aparece no topo da lista, com 14,5% (168) das interdições de bombas realizadas no ano passado. O Estado do Sudeste, que concentra o maior número de estabelecimentos do país, é seguido por Rio Grande do Sul e Bahia.

A ANP avalia que o elevado número de casos registrados no Rio Grande do Sul pode ter sido originado pela demora na adaptação dos postos locais às novas normais de fiscalização. “Uma explicação plausível é que os revendedores de combustível da região tenham demorado a atentar para a alteração das normas, que gerou a necessidade de rigoroso acompanhamento e manutenção de seus equipamentos medidores.” “A partir do segundo semestre, o número de autuações caiu vertiginosamente, retornando aos percentuais históricos para essa irregularidade. Isso comprova, inclusive, a eficiência e a eficácia do trabalho da fiscalização”, afirma a ANP.

Fonte: Correio do Povo

Outubro 25 2019

XX Concurso 2019 O POSTO MAIS BONITO DO BRASIL

A Companytec e Wertco apoiam o XX Concurso 2019 O POSTO MAIS BONITO DO BRASIL

Promovido pela Revista Posto de Observação e Brascombustíveis (Associação Brasileira do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos e de Lubrificantes), com o apoio do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo).

O concurso é voltado aos postos revendedores de combustíveis e lojas de conveniência localizados em todo o território nacional que representem a modernidade, a inovação, o respeito aos recursos humanos e meio ambiente, além de proporcionar ao consumidor a melhor experiência possível.

Durante a seleção, foram escolhidos os 5 (cinco) estabelecimentos semifinalistas para Posto Urbano, os 3 (três) semifinalistas para Posto de Rodovia e os 3 (três) semifinalistas para Loja de Conveniência.

O resultado será divulgado na cerimônia de premiação no dia 05 de novembro no Buffet Colonial em Moema - SP, às 19h30.

O resultado foi determinado pela avaliação realizada pela equipe da Revista Posto de Observação em visitas aos finalistas, tomando por base os checklists preparados para cada categoria.

A lista de postos participantes está divulgada no site: http://www.postonet.com.br/pmbb2019/finalistas2019.php

Setembro 30 2019

Companytec e Wertco marcam presença no Expopetro

Companytec e Wertco marcam presença no Expopetro

A Companytec e a Wertco participarão do 20° Congresso de Revendedores de Combustíveis da Região Sul e Expopetro, programado para os dias 9 e 10 de outubro no Centro de Eventos do BarraShoppingSul em Porto Alegre.

Reconhecido como o maior evento do segmento realizado na Região Sul, a feira de produtos, equipamentos e serviços do ramo varejista de combustíveis ocorre, paralelamente, ao Congresso, com foco em negócios, tendências e inovações para o setor.

Participando pela primeira vez, a Wertco apresentará aos revendedores gaúchos, sua linha de bombas de combustíveis de fabricação 100% nacional e eletrônica desenvolvida pela Companytec. A bomba Wertco já é preferência dos postos que estão renovando suas unidades para atender à nova legislação do Inmetro.

Há mais de 20 anos no mercado a Companytec, líder no segmento de automação no Brasil, levará para o evento um portfólio inovador em soluções integradas para postos.

As duas empresas se unem nos stands 4 e 5, espaço pensado para apresentar o funcionamento dos equipamentos, fornecer informações e oportunidades de negócios diferenciadas.

Mais informações e inscrições no site: www.congressorevendedor.com.br.

Mai 02 2019

Wertco e Abieps iniciam a qualificação técnica no Brasil

Wertco e Abieps iniciam a qualificação técnica no Brasil

Com o objetivo de oferecer capacitação profissional na instalação e manutenção de suas bombas, a Wertco e a ABIEPS criaram um projeto direcionado aos técnicos e mecânicos de bombas de todo o país, atendendo a todos os requisitos das normas NBR 14639 e na NBR 15428.

O Treinamento Técnico Itinerante já beneficiou três regiões em 2018, a região Sul, Sudeste e parte do Nordeste.

Para potencializar o número de técnicos formados, a Wertco disponibiliza no site www.wertco.com.br, o cadastro de profissionais interessados na parceria com a Empresa.

De acordo com a demanda da região, a frequência dos treinamentos poderá ser intensificada.

Os próximos destinos do Treinamento Técnico Itinerante serão as regiões sudeste, centro-oeste e norte.

O cronograma já está disponível no site da empresa.

Interessados deverão entrar em contato com a ABIEPS:

adm@abieps.com.br

(11) 2579-1771/1701

Skype: abieps.adm

Março 22 2019

ANP faz audiência pública sobre primeira resolução de transparência nos preços

ANP faz audiência pública sobre primeira resolução de transparência nos preços.

A ANP realizou no dia 20/3 audiência pública sobre a minuta de resolução que dispõe sobre a transparência na formação de preços relativos à comercialização de derivados de petróleo e biocombustíveis por produtores, importadores e distribuidores.

Na abertura do evento, o diretor José Cesário Cecchi reforçou que transparência não pode ser confundida com controle. “Hoje, estamos fazendo a continuidade do debate sobre esse tema. O objetivo é garantir a transparência, esse é o princípio da agência reguladora. Passa longe da intenção da ANP exercer qualquer tipo de controle sobre os preços”, afirmou.

Cecchi ressaltou ainda que os princípios norteadores da minuta são: liberdade de negociação entre as partes; manutenção da liberdade de preços no mercado de combustíveis; ausência de vinculação a qualquer parâmetro pré-definido pela ANP; e cláusula de preços acrescida aos contratos.

Com a proposta, os objetivos da ANP são aumentar a transparência e reduzir a assimetria de informação no processo de formação dos preços de derivados de petróleo e biocombustíveis, considerando os fundamentos legais e regulatórios, os benefícios e riscos potenciais, e as características estruturais e de comportamento de cada segmento.

Entre os pontos principais da minuta, estão:

– Obrigação aos produtores e importadores de derivados de petróleo definidos como agentes dominantes (participação de mercado superior a 20% na macrorregião de atuação) de publicarem, no sítio eletrônico da empresa, o preço de lista (preço para pagamento à vista, discriminado por produto, modalidade de venda e ponto de entrega), bem como o histórico dos últimos meses;

– Inclusão, como pré-requisito à homologação pela ANP dos contratos celebrados entre agente dominante (no fornecimento primário) e distribuidor, do preço parametrizado pactuado entre as partes, discriminado por produto e por ponto de entrega, formado por parâmetros fixos ou variáveis exógenas, que seja claro, objetivo e passível de cálculo prévio pelos agentes econômicos partícipes do contrato e pela ANP.

A proposta resulta do desmembramento de uma minuta de resolução anterior, que dispunha sobre a transparência na formação de preços de derivados de petróleo, gás natural e biocombustíveis em todos os elos da cadeia.

Após análise das 39 contribuições recebidas na consulta pública, a minuta original foi dividia em três: uma para os segmentos de produção, importação e distribuição de derivados de petróleo e biocombustíveis, objeto da audiência de hoje; uma específica para o gás natural; e outra direcionada à revenda de combustíveis líquidos automotivos e de GLP. As duas últimas estão em discussão na ANP e passarão posteriormente por consultas e audiências públicas.

A decisão da ANP de realizar novo processo público visou dar aos agentes de mercado e à sociedade em geral a oportunidade de se manifestarem mais uma vez, tendo em vista as alterações promovidas em relação à proposta original.

As novas resoluções são resultado dos estudos iniciados no segundo semestre de 2018, sobre opções regulatórias para ampliar a transparência na formação de preços de derivados de petróleo, gás natural e biocombustíveis.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ANP e Revista Petrus

Fevereiro 13 2019

Petrobras quer lançar cartão pré-pago para gasolina

Petrobras quer lançar cartão pré-pago para gasolina.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que assumiu a estatal em janeiro, sugeriu ao governo a adoção de um cartão pré-pago para os consumidores de combustíveis como forma de proteção contra a volatilidade dos preços internacionais do petróleo. De acordo com a estatal, o cartão vai permitir que o cliente compre, por exemplo, cem litros de gasolina e diesel com o preço do dia sem a necessidade de usar tudo na mesma hora. A lógica seria similar à de um cartão pré-pago para viagens, que busca travar a cotação num determinado valor.

Em nota, Castello Branco afirmou que, assim, o consumidor vai ficar protegido da flutuação de preços na bomba por um período. “Essa é uma sugestão que demos, está sendo pensado como estruturar. O mercado tem vários instrumentos que podem proteger, que são muito melhores do que simplesmente a intervenção, o tabelamento de preços, que gera muitas distorções”, destacou o presidente da estatal.

Castello Branco reafirmou que a companhia continua com sua política de preços atrelada à paridade internacional, usada em outros países.

O executivo ressaltou, em nota, que é contra a adoção de um imposto para ser usado como uma espécie de colchão, de forma a evitar que a volatilidade das cotações internacionais seja repassada diariamente aos preços dos combustíveis ao consumidor. A hipótese havia sido discutida no governo anterior após a greve dos caminhoneiros. Para Castello Branco, a medida significaria, na prática, um novo imposto. Além disso, ele pondera que poderiam surgir dúvidas se a iniciativa iria, de fato, proteger os consumidores.

“Um dos papeis do sistema de preços é atuar como um sinalizador: o preço sobe, eu digo: ‘vou consumir menos diesel’. Já para o produtor, ‘o preço está bom, vou produzir mais’. Isso (o colchão) é uma barreira ao bom funcionamento de uma economia de mercado, que pressupõe a liberdade de preços”, concluiu Castello Branco.

Fonte: O Globo

Janeiro 11 2019

Etanol recua em 15 Estados, diz ANP; preço médio cai 0,04% no País

Etanol recua em 15 Estados, diz ANP; preço médio cai 0,04% no País

Os preços do etanol hidratado recuaram nos postos de 15 Estados brasileiros na semana passada, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em dez Estados e no Distrito Federal houve alta e no Amapá não foi feita avaliação.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve leve queda de 0,04% no preço do etanol na semana passada, para R$ 2,830.
Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado também recuou 0,04% sobre a semana anterior, de R$ 2,644 para R$ 2,643 o litro.
A Paraíba registrou maior recuo no preço do biocombustível na semana passada, de 1,21%, e a maior alta, de 1,66%, foi em Alagoas.
Na comparação mensal os preços do etanol subiram apenas no Acre, Alagoas, Bahia e em Goiás, com recuos em todas as outras Unidades da Federação. No Amapá, não houve avaliação.
Na média brasileira o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou baixa de 1,36% na comparação mensal. A maior queda nos preços do biocombustível no período, de 4,59%, foi nos postos do Rio Grande do Norte.
O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,259 o litro, em São Paulo, e o máximo individual ficou de R$ 4,949 o litro, no Rio Grande do Sul. São Paulo mantém o menor preço médio estadual, de R$ 2,643 o litro, e o maior preço médio ocorreu nos postos do Acre, de R$ 4,041 o litro.

Competividade

Pela segunda semana consecutiva, os preços médios do etanol permanecem vantajosos ante os da gasolina em apenas cinco Estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.
O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.
Em Mato Grosso, o hidratado é vendido em média por 59,68% do preço da gasolina, em São Paulo por 64,26%, em Minas Gerais a 64,73% e em Goiás a 68,56%. No Paraná, a paridade está em 69,53%. Na média brasileira, a paridade é de 65,36% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.
A gasolina segue mais vantajosa em Roraima, com a paridade de 96,43% para o preço do etanol.

Fonte: Estadão Conteúdo - site UDOP

Dezembro 05 2018

Saiba quais são as alterações no regulamento técnico referente às bombas de combustíveis

Saiba quais são as alterações no regulamento técnico referente às bombas de combustíveis

Em 29 de junho de 2018, o Inmetro editou a Portaria 248/2018, publicada no Diário Oficial da União de 2 de julho, alterando alguns itens do Regulamento Técnico Metrológico (RTM) – aprovado pela Portaria Inmetro nº 559/2016 – que estabelece condições mínimas de segurança em bombas medidoras de combustíveis líquidos.

Abaixo as mudanças que trarão maior impacto para a revenda:

- Item 2.1.5.1 do Anexo C do RTM vigente: Até 31 de dezembro deste ano, os erros máximos admissíveis nos ensaios de verificação periódica e verificação após reparos, permanecem com os seus limites variando entre -0,5% e 0,5% (- ou + 100ml). A partir de 1º de janeiro 2019, os erros máximos admissíveis passarão a variar de -0,5% a 0,3%. Portanto, apenas foi alterado para 60ml o erro máximo admissível em favor do consumidor, sendo que o erro máximo admissível em prejuízo ao consumidor continua o mesmo, ou seja, 100ml.

- Item 8.29 do RTM vigente: As bombas destinadas originalmente à comercialização de combustíveis diferentes de etanol hidratado combustível podem ser fabricadas de modo que também possam ser utilizadas com esse combustível, desde que a instalação de densímetro e de dispositivo para recuperação de vapor estejam previstas na portaria de aprovação de modelo, e que o modelo de bomba medidora a ser convertido para uso com etanol não sofra modificação em campo, com o objetivo de possibilitar essa instalação. Ou seja, é importante que o revendedor fique atento quando da compra das bombas novas para se certificar de que a respectiva Portaria de Aprovação do equipamento permita a comercialização de todos os combustíveis líquidos.

- Art. 8° da Portaria 559/2016: A partir de dezembro de 2019, todas as bombas aprovadas pela Portaria Inmetro n° 023/1985, independente do ano de fabricação (que são as existentes hoje no posto), se forem autuadas pelo INMETRO por fraude, não poderão permanecer em uso, devendo ser substituídas pelas bombas com especificações determinadas pelo RTM aprovado na Portaria INMETRO n.º 559/2016.

É importante esclarecer que a revenda deverá verificar, junto ao fabricante, a viabilidade de adaptação das bombas já existentes no posto, pois após os prazos constantes da Portaria Inmetro 559/2016, as bombas de abastecimento de combustíveis aprovadas pela Portaria nº 23/1985, e que não forem adaptadas para atender aos requisitos do RTM vigente, não poderão permanecer em uso e deverão ser retiradas do mercado.
O prazo para que os postos se adaptem à mudança, de acordo com a Portaria Inmetro nº 559, datada de 15 de em dezembro de 2016, são os seguintes:

 

Fonte: Sulpetro

Novembro 28 2018

ANP pede explicações de distribuidoras sobre repasse de cortes da gasolina ao consumidor

ANP pede explicações de distribuidoras sobre repasse de cortes da gasolina ao consumidor

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu nesta terça-feira (27) que as principais distribuidoras de combustíveis esclareçam por que a redução do preço da gasolina nas refinarias não tem chegado para o consumidor final. As empresas terão um prazo de 15 dias para atender ao pedido.

O preço médio da gasolina praticado pela Petrobras nas refinarias acumula queda de quase 20% em novembro, enquanto nos postos a redução medida pela ANP foi de cerca de 3%.

“O pedido atende à atribuição legal da Agência de zelar pela proteção do consumidor quanto a preços, qualidade e oferta de produtos”, disse a ANP em nota.

“A Agência tem adotado várias medidas para dar maior transparência à formação de preços e solicitado informações dos agentes periodicamente. Dessa forma, foi observada a redução significativa de preços da gasolina A pela Petrobras, sem que essa decisão tenha chegado ao consumidor final.”

Margem de lucro dos postos

A Petrobras reajusta quase diariamente o preço da gasolina nas refinarias, como parte de sua política de preços que tem o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos de combustíveis.

Números da Petrobras sugerem que os postos vêm aumentando sua margem de lucro. Atualmente, 16% do preço final corresponde aos custos e lucro dos distribuidores e postos de gasolina. Em maio, essa fatia era de 12%, e no final de outubro era de 14%.

Fonte: G1

Setembro 06 2018

Companytec participa pela terceira vez da NACSSHOW e apresenta a Wertco

Companytec participa pela terceira vez da NACSSHOW e apresenta a Wertco
Empresa líder em soluções integradas para o gerenciamento de postos apresenta sua nova empresa de bombas de combustíveis, a Wertco.

Considerada a maior feira mundial especializada em postos de combustíveis e lojas de conveniência, a NACSSHOW 2018 - promovida pela The Association for Convenience & Fuel Retailing - acontece em Las Vegas de 07 a 10 de outubro, com mais de 1.600 empresas expositoras.
A presença no evento, faz parte do planejamento estratégico da empresa para apresentar suas bombas e ampliar sua participação no mercado exterior.
A NACSSHOW é a maior vitrine de produtos e serviços para postos de combustíveis e lojas de conveniência, num espaço de mais de 500 mil m². É considerada uma das cinquenta maiores feiras norte-americanas. Realizada todos os anos no mês de outubro, a NACSSHOW reúne empresários do varejo do petróleo em busca de novas ideias, produtos e serviço que lhe permitam fortalecer e modernizar seus negócios.
Companytec, sempre na frente. Sempre inovando.

Setembro 03 2018

Companytec participa do Programa de Exportação ABINEE conveniado com Apex-Brasil 2018-2019

Companytec participa do Programa de Exportação ABINEE conveniado com Apex-Brasil 2018-2019

A Companytec, com o objetivo de prospectar novos mercados e promover a exportação de seus produtos associou-se ao Programa de Exportação ABINEE conveniado com Apex-Brasil 2018-2019.
O objetivo do programa é ampliar a participação das empresas brasileiras do setor de Eletroeletrônicos através da abertura e desenvolvimento de mercados no segmento de automação, componentes, GTD, telecom, segurança eletrônica, material elétrico.

A primeira Rodada de Negócios aconteceu na Colômbia em Bogotá, nos dias 27 a 30 de agosto no Bogotá Marriott Hotel.

O próximo encontro será em Lima no Peru, nos dias 22 a 25 de outubro, no Hotel Melia Lima.

Os demais países prioritários no programa são o México e a África do Sul, com datas previstas para 07 e 26 a 30 de novembro respectivamente.

Nestes encontros, a Companytec terá a oportunidade de se reunir com potenciais compradores, distribuidores e parceiros estratégicos.

Junho 20 2018

Companytec e Wertco participaram do 12º Ciclo de Congressos Regionais do Minaspetro - Juíz de Fora

Companytec e Wertco participaram do 12º Ciclo de Congressos Regionais do Minaspetro em Pouso Alegre e Juiz de Fora

A Companytec apresenta ao mercado de Minas Gerais a Wertco, sua nova empresa de bombas de combustíveis.
Nos encontros realizados em Pouso Alegre (27/04) e em Juiz de Fora (15/06) a bomba Wertco, junto com as soluções Companytec, chamaram a atenção do público visitante.
Muitos contatos e negociações foram realizados pelas duas empresas, o que confirma a liderança da Companytec no segmento de soluções para postos de combustíveis.
As duas empresas, são expositoras confirmadas no 12º Ciclo de Congressos Regionais do Minaspetro que vem acontecendo em diversas cidades da região. Os próximos eventos já estão marcados para os dias 13/07 em Uberlândia, 24/08 em Ipatinga e 28/09 em Montes Claros. 
As informações de local e programação nas próximas cidades estão disponíveis neste link.
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Mai 14 2018

Wertco é a nova empresa de bombas de combustíveis da Companytec

Wertco é a nova empresa de bombas de combustíveis da Companytec

Atendendo a uma necessidade do mercado, a Companytec marca líder no segmento de automação e controle para postos, investiu no segmento de bombas de combustíveis constituindo a empresa Wertco. A nova empresa já nasce com o know how, alta tecnologia, inovação, projeto e fabricação próprios e a qualidade inquestionável da marca Companytec.

A bomba Wertco, já em comercialização, está certificada pelo Inmetro/Dimel nº 11 de 26 de janeiro de 2018 e pela UL - BR 17.1090X e foi projetada para atender a nova portaria MTPS nº1109 e outras especificações técnicas do mercado brasileiro.

Concebida com materiais utilizados na indústria aeronáutica e automobilística, e com a hidráulica da empresa Norte Americana Bennett, a bomba promete alto desempenho, fácil manutenção e muita resistência.

A eletrônica foi desenvolvida para atender requisitos de segurança elétrica e para dificultar, ao máximo, as mais diversas tentativas de fraude que existem no mercado. Outro grande diferencial está no preparo para receber sistema de recuperação/extração de vapor.

A bomba Wertco oferece design supermoderno e inovações tecnológicas como totalizador, teclado touch e multimídia para exposição da marca ou de produtos para gerar novas oportunidades de negócios. A bomba também pode ser personalizada externamente com a bandeira de abastecimento ou outro layout desejado pelo posto.


Disponível em três modelos: mangueira baixa, mangueira alta slim e mangueira alta nas versões simples, dual, dupla, quádrupla, sêxtupla e óctupla.

Saiba mais em www.wertco.com.br

 
Abril 03 2018

Companytec e Wertco participam do 12º Ciclo de Congressos do Minaspetro; Pouso Alegre é a primeira parada.

 
Realizado a cada dois anos, o Ciclo de Congressos Regionais do Minaspetro já é data reservada na agenda da Companytec. 
  
Este ano, a Companytec participa com a Wertco, uma empresa brasileira, fabricante de bombas de abastecimento pensadas para atender futuramente as novas portarias MTPS nº 1109 e outras exigências do mercado, respeitando as normas de saúde, metrologia e, principalmente, inibição de fraudes de abastecimento.
  
Buscando acompanhar as rápidas e impactantes mudanças no segmento de combustíveis nos últimos anos, as duas empresas apresentarão o que há de mais inovador no segmento de automação, controle e bombas de combustíveis.
  
Os eventos, que percorrem as cinco grandes regiões de MG levam informação, atualização, compartilhamento de experiências e oportunidades de bons negócios, aumentando a cada edição a sua importância social e econômica.
 
Receberão os eventos, em ordem cronológica, as seguintes cidades: Pouso Alegre, Juiz de Fora, Uberlândia, Ipatinga e Montes Claros.

As informações de local e programação de cada cidade estarão disponíveis neste link, de acordo com a proximidade de cada evento.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas clicando aqui ou acessando o banner disponível na página inicial do site do Minaspetro. A programação completa também está disponível neste link.

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Janeiro 11 2018

Aumenta a conversão de veículos ao gás natural

As sucessivas altas nos preços dos combustíveis obrigaram o consumidor a buscar alternativas na hora de abastecer o veículo. Para diminuir os gastos em tempos de crise e de gasolina a mais de R$ 4,20 em BH, alguns motoristas estão abandonando o derivado do petróleo ou o etanol. Nesse cenário, uma opção que há tempos vinha sendo esquecida, mas que voltou a ganhar força nos últimos meses, é o Gás Natural Veicular (GNV).

Segundo dados da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), 260 veículos foram convertidos para o GNV do início de abril e 10 de dezembro do ano passado. Já no período de 11 de dezembro de 2017 a 8 de janeiro deste ano, foram realizadas 130 conversões.

O aumento na procura é justificado pelas sucessivas altas no preço da gasolina, que ocorreram principalmente de dezembro até agora, e por uma iniciativa promovida pela Gasmig, que busca incentivar o uso do GNV.

Desde o final de 2017, a estatal vem oferecendo um bônus de R$ 2 mil para quem fizer a conversão para o GNV e regularizar o veículo.

Após seguir os passos descritos no regulamento da promoção, que está disponível no site da Gasmig, o consumidor terá o valor depositado em uma conta virtual que vai ser criada e, em seguida, receberá um cartão de débito para desfrutar do montante como bem entender. Dá para comprar uma geladeira, por exemplo, ou até mesmo ajudar na despesa com a conversão, que custa em torno de R$ 5 mil.

Quem destaca a economia feita a partir do uso do GNV é o motorista de aplicativo Willian de Carvalho, que adaptou o veículo há dois anos. “O GNV é a melhor opção, sem dúvida. Eu fiz um cálculo e percebi uma economia gritante com o GNV, de cerca de 40%. Eu rodo em torno de 160 quilômetros com R$35 de combustível. Se fosse na gasolina, eu gastaria de R$70 a R$80”, destaca.

Aumento na procura

Proprietário da Gasflex, localizada no bairro Betânia, região Oeste de Belo Horizonte, Mauro Bopp destaca o expressivo aumento no movimento nos últimos meses.

“Desde os últimos aumentos do ano passado a demanda subiu 40%. Na virada do ano, com esse último reajuste, mais a promoção da Gasmig, a procura aumentou 100%. Para se ter ideia, só tenho disponibilidade para depois do Carnaval”, revela.

Quem também comemora o aumento na demanda é Hudson Gonçalves, dono da Eldorado Gás Gás, em Contagem, que trabalha com o GNV desde 2002. “A procura cresceu cerca 50% desde o início da promoção. Eu tenho 16 anos de mercado e posso dizer que esse é o período de maior movimento desde então”, conta.

Além das oficinas convertedoras, os postos da capital também vêm apresentando um grande movimento. A reportagem percorreu alguns estabelecimentos e percebeu um intenso fluxo de veículos.

Gerente do posto Santo Agostinho, na região Centro-Sul de BH, Washington Dias, revela que além do aumento na demanda, vários motoristas adeptos aos combustíveis tradicionais, vem buscando informações sobre o GNV. “A procura tem crescido bastante, principalmente com o aumento de carros com aplicativos. Muita gente vem abastecer e pergunta sobre o funcionamento do veículo com GNV, se vale a pena ou não”.

Especialistas alertam que carros podem perder potência e registrar maior desgaste no motor

Apesar da economia gerada a partir do baixo custo do Gás Natural Veicular em relação ao preço dos demais combustíveis, o consumidor tem que estar atento a possíveis limitações que a adaptação ao GNV pode gerar ao veículo.

Entre as principais desvantagens do uso do GNV, apontadas por especialistas, estão a perda de potência no motor e o comprometimento da embreagem. Como o motorista terá que acelerar mais, haverá também maior desgaste em componentes do motor, como os cabos de vela, além da perda de espaço no porta-malas, em função dos cilindros de gás instalados no local.

Os motoristas também devem estar atentos ao tempo em que o investimento na compra do kit de adaptação será recuperado. Esse período varia de acordo com a quilometragem rodada e o preço da gasolina no momento da conversão.

Entretanto, os fatores que poderiam pesar contra na hora de adaptar o veículo ao GNV parecem não desmotivar os consumidores.

Questionado se o uso do gás é vantajoso, o taxista Renato Filho foi enfático, destacando a economia gerada no abastecimento. “Vale a pena, com certeza (o uso do GNV). Até porque, a velocidade permitida na cidade é de 60 quilômetros, então, não precisa de um carro mais potente. A minha economia gira em torno de 50% a 60%. Com base no preço da gasolina, eu gastaria R$ 100. Hoje gasto de R$ 50 a R$ 55”, disse.

Quem corrobora com o discurso do taxista é a motorista de aplicativo Luciana Rosa, que minimiza as possíveis limitações que a adaptação poderia gerar, enfatizando o alto preço dos outros combustíveis.

“Eu consigo economizar cerca de 60% com o gás. Dá uma reduzida na potência do veículo, mas, mesmo assim, vale a pena. A gente não dá conta de pagar R$4,30 em um litro de gasolina, é um absurdo. O GNV já pesa menos no bolso”.

Fonte: Minaspetro

Dezembro 13 2017

Petrobras voltou a subsidiar preços

Empresas do setor de combustíveis dizem que Petrobras voltou a subsidiar preços

A Petrobras voltou a praticar preços abaixo da paridade internacional, de acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que enviou carta sobre essa questão para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A prática de preços abaixo da paridade foi, no passado, uma das principais críticas à gestão da petroleira. Os preços controlados na época do governo petista geraram prejuízos e a conta da área de abastecimento da estatal costumava não fechar.
Sérgio Araujo, presidente da Abicom, entidade que representa 70% do volume de combustíveis importado e cerca de 20% do ofertado, afirmou que em Estados como Amazonas, Maranhão, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Paraná, os importadores não estão conseguindo chegar com preços iguais ou abaixo dos praticados pela Petrobras.

Na sexta-feira passada (1), a estatal anunciou revisão do cálculo de paridade com preços internacionais para o diesel, avisando que, por isso, o preço do combustível cairia 5,7% no dia seguinte.

Segundo fontes do setor, a Petrobras pode ter reduzido os preços porque vinha perdendo participação de mercado com a nova política, ao deixar espaço para a importação. “Essa janela para importação levou ao crescimento de distribuidoras regionais e viabilizou a oferta para os chamadas postos bandeira branca”, contextualizou o executivo de uma das maiores distribuidoras nacionais, que preferiu falar sob anonimato. É unânime entre as empresas que a dinâmica do setor mudou significativamente neste ano.

Mas o corte nos preços promovido recentemente reduziu a atratividade da importação de combustíveis. Sérgio Araujo explica que as companhias que atuam com importação têm investido em projetos de expansão em terminais portuários, que poderiam, futuramente, garantir o abastecimento. O risco de desabastecimento tem sido cada vez mais abordado por especialistas e autoridades.

De acordo com Araujo, a redução de preços causou uma preocupação “muito grande quanto à sustentabilidade das atividades” das empresas do segmento, porque os preços, segundo os importadores, estão abaixo da paridade. “Hoje não há previsão certa por parte da Petrobras de investimento em infraestrutura e em logística, por isso o risco de a empresa não poder atender à demanda”, ressalta Araújo. Na visão dele, haveria um risco de colapso no abastecimento e as companhias de importação vinham fazendo investimentos.

“Na minha leitura, a prática de preços deste momento pode caracterizar o subsídio aos preços, porque estes estão abaixo da paridade”, diz. “O receio é que isso desestimula os investimentos que estão sendo realizados”, afirma Araujo.

Paridade
Analistas de bancos dizem que a Petrobras de fato reduziu de forma significativa os prêmios, a fim de combater as importações e, consequentemente, aumentar a utilização das refinarias domésticas. Contudo, alertam que a conclusão sobre se os preços estão ou não abaixo da paridade não é tão simples, porque a petroleira pratica preços distintos nas regiões e a conta deve considerar o câmbio e a oscilação dos preços dos derivados. Ou seja, o resultado desse cálculo é dinâmico. Conforme um analista, no Norte e no Nordeste, por exemplo, o prêmio costuma ser bem menor na comparação com o Sul e o Sudeste.

De acordo com o executivo do setor de distribuição consultado, a Petrobras tem implementado alguns movimentos que não estão diretamente ligados às variações do mercado. “Mas o modelo dela nunca ficou 100% claro”, garante. “O fato é que as empresas não têm hoje ganhos nas importações”, afirma. Ele explicou que os preços variam de porto a porto. Os preços, no geral, ou estão em linha com a paridade ou, em alguns casos, já inviabilizam as importações, ou seja, há desconto, garante.

O Goldman Sachs calcula que os preços domésticos atuais implicam um prêmio médio ponderado para a paridade de US$ 7,6 por barril. Desde a revisão da política de preços da petroleira, o prêmio implícito ficou entre US$ 7 e US$ 9 por barril. Já entre outubro de 2016 e abril de 2017, ficou em um intervalo entre US$ 14 e US$ 16 por barril.

Em relatório, os analistas do banco, Bruno Pascon, Victor Hugo Menezes e Gabriel Francisco, dizem que, com o prêmio atual, estimam um impacto negativo de R$ 10,7 bilhões no Ebitda da Petrobras estimado para 2018, de R$ 108,7 bilhões, caso esse nível se mantenha.

Ainda segundo o Goldman Sachs, desde a revisão da política de preços anunciada no fim de junho, a petroleira elevou em 17,9% o preço do diesel e em 20,8% o da gasolina.

Petrobras

Procurada, a Petrobras reafirmou que sua política de preços para o diesel e gasolina tem operação sempre com margem positiva, acima da paridade internacional.

Já a ANP respondeu que não cabe a ela comentar as decisões de negócios das empresas do setor.

GLP

Na quinta-feira (7), a Petrobras informou que decidiu rever a metodologia que vem sendo aplicada aos reajustes do GLP de uso residencial, comercializado em botijões de 13 kg. “A metodologia a ser definida buscará suavizar os impactos derivados da transferência da volatilidade internacional para os preços domésticos e não perpetuar efeitos sazonais desfavoráveis”, informou, sem dar mais detalhes.

Fonte: IstoÉ

Novembro 13 2017

Aumento do percentual de biodiesel no diesel

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu antecipar em um ano a data a partir de quando as distribuidoras terão que aumentar de 8% para 10% o percentual de biodiesel obrigatoriamente adicionado ao óleo diesel vendido em todo o país.

Pela Lei 13.263, até março de 2018, a mistura deveria ter passado dos atuais 8% para 9% de biodiesel. A partir daí, as distribuidoras teriam até março de 2019 para cumprir a obrigação de ofertar o óleo diesel com 10% de biodiesel.

Com a decisão de hoje (9), o percentual de 10% de biodiesel passa a ser obrigatório já a partir de março de 2018.

Segundo a União Brasileira de Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), a antecipação da elevação da mistura obrigatória vinha sendo defendida pelo setor, que sofre com quase metade da sua capacidade de produção ociosa. Para a entidade, a medida vem em boa hora, podendo ajudar a recuperação da indústria e reafirmar o comprometimento do país para cumprir as metas dos acordos internacionais, que preveem a redução das emissões de gases de efeito estufa.

“O investimento na produção e uso de biocombustíveis, especialmente de biodiesel, é uma oportunidade de ouro para o Brasil. Tanto do ponto de vista econômico, com a verticalização da indústria, geração de empregos qualificados, agregação de valor aos produtos agrícolas e redução da importação de diesel fóssil, como também do ponto de vista ambiental, já que o biodiesel reduz significativamente as emissões de gases de efeito estufa”, declarou o diretor-superintendente da Ubrabio, Donizete Tokarski.

O representante do Ministério da Agricultura, Pecuaria e Abastecimento no conselho, secretário-executivo Eumar Novacki, disse que a decisão “é uma sinalização do governo de que estamos prestigiando a produção, além de ser uma boa notícia para os consumidores, já que a medida pode baixar o preço final”.

Segundo Novacki, como no Brasil o óleo de soja é a principal matéria-prima utilizada na fabricação de biodiesel, com participação de cerca de 80% da produção, a medida poderá gerar emprego e renda para os trabalhadores do setor, além de contribuir com a redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera em mais de 70% em relação ao diesel fóssil.

De acordo com o Mapa, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) estima que o chamado B10 (diesel com 10% de biodiesel) deverá aumentar o processamento de soja em 2018 de 41,5 milhões de toneladas para 43 milhões de toneladas, ou seja, de 1,5 milhão de toneladas a mais do que neste ano. Isso, segundo a Abiove, poderá gerar mais de 20 mil postos de trabalho. E significará também uma economia de cerca de US$ 2,2 bilhões em importação do diesel mineral.

Licitações no Pré-Sal

Ainda durante sua segunda reunião extraordinária, realizada hoje, em Brasília, o Conselho Nacional de Política Energética aprovou a realização, em 29 de março de 2018, da 15ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios, no regime de concessão. Já a 4ª Rodada de Licitações no Pré-Sal, sob o regime de partilha de produção, ficou agendada para 7 de junho de 2018.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia explicou que, na 4ª Rodada de Partilha de Produção serão ofertados os blocos denominados Três Marias, Dois Irmãos, Uirapuru, Saturno e Itaimbezinho, localizado nas bacias de Campos e Santos, dentro do Polígono do Pré-sal.

Seguindo a legislação, a Petrobras deverá manifestar seu interesse em atuar como operadora, em até 30 dias, após a publicação da resolução do CNPE contendo os parâmetros técnicos e econômicos das áreas a serem ofertadas na 4ª rodada de partilha de produção.

Na 15ª Rodada de Licitações serão ofertados 70 blocos, sendo 49 nas bacias marítimas do Ceará, Potiguar, Sergipe-Alagoas, Campos e Santos, incluindo dois blocos adjacentes a Saturno. Além disso, estão sendo oferecidos 21 nas bacias terrestres do Paraná e Parnaíba.

Já a oferta de blocos localizados na Bacia da Foz do Rio Amazonas foi postergada para 2019. De acordo com o ministério, o objetivo do adiamento é permitir a conclusão do processo de licenciamento ambiental em curso para os blocos outorgados na 11ª Rodada. Os blocos na Bacia Pernambuco-Paraíba também ficaram para ser ofertados em 2019, quando, segundo a pasta, uma maior quantidade de dados técnicos estará disponível.

Fonte: Agência Brasil

 

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